
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Para onde estamos indo?????

sexta-feira, 30 de outubro de 2009
A desigualdade que maltrata
domingo, 11 de outubro de 2009
Círio 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Saudades?!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Pré-sal: um símbolo de independência no 7 de setembro
O presidente Luíz Inácio Lula da Silva pediu, durante o pronunciamento em rede nacional de rádio e TV no domingo (6) que a população acompanhe de perto as discussões sobre os projetos de lei que garantem ao Brasil as riquezas do petróleo encontrado na camada de pré-sal. Os projetos precisam ser aprovados no Congresso.
"Peço a cada um de vocês que acompanhe passo a passo as discussões destas leis no Congresso. Que se informe, reflita, e entre de corpo e alma nesse debate tão importante para os destinos do Brasil e para o futuro de nossos filhos e netos”, afirmou.
"Uma democracia só se fortalece com a participação da sociedade. Por isso se mobilize, converse com seus amigos, escreva para seu deputado, seu senador, pra que eles apoiem o que é melhor para o Brasil", disse.
Lula, que chamou a descoberta do petróleo de nova independência, disse que conta com “o apoio livre e soberano do Legislativo” na construção do “novo Brasil”.
De acordo com o presidente, a proposta “garante que a maior parte da riqueza do pré-sal fique nas mãos dos brasileiros” e “impede que qualquer governante gaste de forma irresponsável estes recursos.”Segundo ele, o modelo de concessão que foi adotado em 1997 não se adaptava à nova situação e que seria um erro “grave” usá-lo para o pré-sal. O presidente disse que a nova legislação obriga o investimento do dinheiro resultante do petróleo "em educação, ciência e tecnologia, cultura, defesa do meio-ambiente e combate à pobreza."
Durante o discurso, Lula também elogiou a Petrobras pela descoberta das reservas. “A Petrobras de hoje é a cara deste novo Brasil. É a oitava maior empresa do mundo. Não existe nenhuma empresa, na Europa, do tamanho dela”, afirmou.
O presidente também falou sobre como a crise internacional afetou o Brasil. “Temos uma economia organizada e em crescimento, que foi testada na mais grave crise internacional desde 29 e saiu-se muito bem. Não só não quebramos como fomos um dos últimos países a entrar na crise e estamos sendo um dos primeiros a sair dela. Antes, éramos alvo de chacotas e de imposições. Hoje, nossa voz é ouvida lá fora com atenção e respeito”, disse.
Leia a íntegra do pronunciamento
"Queridas Brasileiras e Queridos Brasileiros,
É comum que o 7 de setembro sirva para a gente enaltecer o passado e pensar o presente. Desta vez é diferente: este é o 7 de setembro do Brasil festejar o futuro. De celebrar uma nova independência.
Minhas amigas e meus amigos,
O pré-sal é uma das maiores descobertas de todos os tempos. Ainda não se pode dizer, com exatidão, quantos bilhões de barris de petróleo existem nele. Mas já se pode garantir, com toda segurança, que ele colocará o Brasil entre os países com maiores reservas de petróleo e gás do mundo.
Elas se espalham por uma área de 149 mil quilômetros quadrados, que começa no litoral do Espírito Santo e termina no de Santa Catarina. É uma área do tamanho do estado do Ceará.
As jazidas ficam debaixo de uma lâmina de água e de camada de sal, que, em alguns pontos, correspondem a dez morros do corcovado empilhados.
Minhas amigas e meus amigos,
O que deve fazer um povo livre, responsável e soberano ao receber tamanha dádiva de deus? Garantir que esta riqueza não escape de suas mãos, buscar os meios mais eficientes de explorá-la e modernizar suas leis para não repetir os erros de outros países.
A história tem mostrado que a riqueza do petróleo é uma faca de dois gumes. Quando bem explorada, traz progresso para o povo. Quando mal explorada, ela traz conflitos, desperdícios, agressão ao meio-ambiente, desorganização da economia e privilégios para uns poucos. Assim, alguns países pobres, ricos em petróleo, não conseguiram jamais sair da miséria.
Minhas amigas e meus amigos,
Os ministros seguiram estas diretrizes e honraram o compromisso com o povo brasileiro. A principal mudança que estamos propondo é que, nas áreas ainda não exploradas do pré-sal, passe a vigorar o modelo de partilha. Quase todos os países que têm grandes reservas e baixo risco de exploração adotam este sistema. Ele garante que o estado e o povo continuem donos da maior parte do óleo e do gás mesmo depois de sua extração.
Estamos propondo, também, que a Petrobras seja a operadora de toda área. Ou seja, exerça atividades de exploração e produção, com uma participação mínima de 30% em todos os blocos.
Não podia ser diferente. Afinal, temos dentro de casa uma das maiores, melhores e mais respeitadas empresas de petróleo do mundo. Assim saberemos tudo sobre as reservas, aperfeiçoaremos nossa tecnologia e faremos da Petrobras uma empresa ainda mais forte.
Este trabalho será complementado pela Petro-sal, uma nova empresa estatal, enxuta e altamente qualificada, que vai gerir os contratos de partilha e os de comercialização. Ela não vai concorrer com a Petrobras. Sua função é outra - a de ser o olho do povo na fiscalização de toda operação.
Minhas amigas e meus amigos,
Hoje o Brasil tem todas as condições políticas, econômicas e tecnológicas para enfrentar este desafio. A economia do Brasil vive um novo momento. De 2003 a 2008, crescemos em média, 4,1% ao ano. Nos últimos dois anos, mais que 5%. O país gerou cerca de onze milhões de empregos com carteira assinada. O desemprego caiu fortemente, de 11,7% em 2003, para 8% hoje. As taxas de juros são as menores das últimas décadas.
Não só pagamos a dívida externa, como acumulamos reservas de 215 bilhões de dólares. E mais: reduzimos a miséria e as desigualdades. Mais de 30 milhões de brasileiros saíram da linha da pobreza. E destes, 20 milhões ingressaram na nova classe média, fortalecendo o mercado interno e dando vigoroso impulso à nossa economia.
O fato é que hoje temos uma economia organizada e em crescimento, que foi testada na mais grave crise internacional desde 29 e saiu-se muito bem. Não só não quebramos, como fomos um dos últimos países a entrar na crise e estamos sendo um dos primeiros a sair dela. Antes, éramos alvo de chacotas e de imposições. Hoje, nossa voz é ouvida lá fora com atenção e respeito.
A Petrobras de hoje é a cara deste novo Brasil. É a oitava maior empresa do mundo. Não existe nenhuma empresa, na Europa, do tamanho dela. Nas Américas, fica atrás apenas de três gigantes norte-americanas. E é a segunda empresa em lucratividade. E, entre as petroleiras, a segunda em valor de mercado no mundo.
A Petrobras chegou aí, entre outros motivos, porque este governo acreditou e investiu, dando condições para que ela aumentasse a produção, encomendasse plataformas, sondas, modernizasse e ampliasse refinarias, treinasse e contratasse funcionários. Além de construir uma grande infra-estrutura de gás natural e entrar na área de biocombustíveis.
O coroamento deste esforço foi exatamente a descoberta, pela própria Petrobras, das reservas do pré-sal. Um feito extraordinário, que encheu de admiração o mundo e de orgulho os brasileiros.
Minhas amigas e meus amigos,
Este é um governo que acredita no Brasil e no que ele tem de mais rico: o seu povo.
É por isso que propomos que os recursos do pré-sal sejam colocados em um fundo social, controlado pela sociedade, e que será aplicado, majoritariamente, em desenvolvimento humano. De um lado, o novo fundo será uma mega-poupança, um passaporte para o futuro, que nos ajudará, entre outras coisas, a pagar a imensa dívida que o País tem com a educação e a pobreza.
De outro lado, funcionará, também, como um dique contra a entrada desordenada de dinheiro externo, evitando seus efeitos nocivos e garantindo que nossa economia siga saudável, forte e baseada no trabalho e no talento de nossa gente.
Todos estes temas estão agora em discussão no Congresso Nacional e eu sei que contaremos, mais uma vez, com o apoio livre e soberano do Legislativo na construção deste novo Brasil.
Uma ação desta amplitude só pode ocorrer, de forma saudável, em um ambiente democrático. A democracia é o ambiente mais saudável para o crescimento.
O embate e a paixão política fazem parte do universo democrático, mas não podemos deixar que interesses menores retardem ou desviem a marcha do futuro.
Uma democracia só se fortalece com a participação da sociedade. Por isso se mobilize, converse com seus amigos, escreva pra seu deputado, seu senador, pra que eles apoiem o que é melhor para o Brasil.
O Brasil não tem medo de crescer, nem de buscar os melhores caminhos. Não vai ficar preso a dogmas, a modelos fechados ou a falsas verdades.
O Brasil acredita no livre mercado mas também no papel do estado como indutor do desenvolvimento. E saberá sempre buscar o equilíbrio que garanta o melhor para seu povo.
Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
É tempo de ampliarmos, ainda mais, a nossa esperança no Brasil. A independência não é um quadro na parede nem um grito congelado na história. A independência é uma construção do dia-a-dia. A reinvenção permanente de uma nação. A caminhada segura e soberana para o futuro.
Viva o 7 de setembro! Boa noite!"
sábado, 29 de agosto de 2009
Eu acredito na política

sábado, 22 de agosto de 2009
GO-VER-NA-BI-LI-DA-DE

sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Uma homenagem...

sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Uma homenagem
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
A verdade que o Brasil precisa

Na opinião de Emir, "Na orientação dessas análises está quem melhor articula a economia com as esferas social e ecológica... Se alguem me perguntasse o que deveria ler para captar o Brasil hoje, eu não hesitaria em recomendar os textos de Pochmann, tanto artigos, quanto entrevistas e livros.".
Para Pochmann “Os ricos vivem aqui muito melhor que a classe média e os ricos nos Estados Unidos e na Europa porque aqui os ricos não pagam impostos... Um sistema tributário que concentra renda, que se organizou para atender fundamentalmente os ricos”.
Perguntado sobre os efeitos da crise, Pochmann diz que “chegamos a 2007 com 50% dos trabalhadores ocupados com algum tipo de proteção trabalhista, seja por carteira, seja por conta da contribuição à Previdência Social”. Nos últimos cinco anos, depois de duas décadas muito ruins para o mundo do trabalhador brasileiro, “tivemos a redução do número de pobres, redução das desigualdades e ampliação do salário minimo. O crédito melhora, há recuperação do volume de gastos”.
Segundo Emir, a crise chegou ao Brasil mas o país reagiu diferente das crises anteriores: a da dívida externa, a do governo Collor e a do governo FHC. Pochmann diz que a reação era sempre a mesma: “a saída da crise se dava pelo mercado externo e não pelo interno, ou seja, aumentava nossa subordinação às decisões internacionais".O governo aumentava impostos, reduzia gastos públicos, arrochava salários e não ampliava as políticas que atendem a base da pirâmide social. Diante desta crise, o governo brasileiro atuou de forma totalmente oposta: manteve o gasto público e até o ampliou, comecou uma política habitacional ampla. Não aumentou impostos, ao contrário, os reduziu. O salário mínimo foi aumentado em 12%, assim como o número de famílias atendidas pelo Bolsa Família. “É importante dizer que, pela primeira vez desde 80, os pobres não estão pagando os custos da crise como no pasado.”
Pelos dados do IBGE, de outubro do ano pasado a março deste ano, 315 mil pessoas saíram da condição de pobreza nas regiões metropolitanas, mesmo na crise. Porém, o analista faz uma ressalva importante: “temos 37 milhões de jovens na faixa etária de 16 a 24 anos. A metade desses jovens não estuda.” Emir afirma que os jovens só estudam quando trabalham: "Quando o que a gente quer não é dar trabalho, mas dar escola para os filhos dos pobres". Segundo previsões do IPEA, 500 mil jovens do ensino médio abandonarão a escola este ano por não ter complementação de renda. "É por isso que o Brasil avança na oferta de vagas e piora na qualidade do ensino”, afirma Pochmann.
“Temos 11% da população analfabeta, doenças do século XIX. Faz 60 anos que tentamos fazer a reforma agrária e a estrutura fundiária que temos hoje é pior do que a estrutura de 1950”. O Brasil não fez, segundo Pochmann, as reformas clássicas do capitalismo contemporâneo: a reforma agrária, a propriedade é muito concentrada, os meios de produção estão concentrados nas mãos de 6% da população, com 20 mil famílias dominando o país.
Destaque tem a reforma tributária: “Os ricos não comprometem 20% do que ganham com pagamento de impostos, embora usem mais do que isso do Estado.” Enquanto que os 10% mais pobres transferem 35 dos 70 reais, sua renda mensal per capita, para o Estado. Pochmann considera que o Bolsa Família minimiza a pobreza, mesmo sendo uma ação de emergência. “…não é pouco para quem vive com 30 ou 40 reais por mês.”
domingo, 9 de agosto de 2009
Uma entrevista comigo
Copie e cole no seu navegador:
http://blogdoivanzito.blogspot.com/2009/07/divan-com-meg-barros.html
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Analfabeto político
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Errado está o povo
Quem está errado não são eles. Ou melhor, óbvio que eles estão errados posto que não pensam no povo em primeiro lugar, mas quem erra mais porque repete o erro é o próprio povo. Vai re-eleger alguém viciado em corrupção? É preciso haver consciência coletiva sobre política. E pra isso a escola da vida ensina. Quem é enganado dificilmente confia novamente na mesma pessoa... enfim, tem gente pra tudo, mas continuo acreditando que é exceção.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Um julgamento, um retrocesso
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Os jovens nas eleições
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quarta-feira, 1 de julho de 2009
Honestidade
A família vive da lavoura de tomate, Fernando tira o sustento da família da área de 1,5 hectare, que é arrendada do banco, onde possui uma dívida de quase R$ 12 mil. “Se a lavoura der certo, dá para ganhar dinheiro com a lavoura sim. No ano passado, eu perdi com chuva de pedra”, contou Fernando Gláucio Ribeiro, agricultor.
Apesar das dificuldades financeiras, o casal mostra que não abre mão de valores como honestidade. Era o fim de mais de um dia de trabalho e Fernando e Regia se preparavam para voltar para casa. Logo na saída da lavoura, Regina encontrou uma carteira. Dentro, havia R$ 4,1 mil. Dinheiro que ajudaria a pagar contas, a arrumar a casa. Mas isso não passou pela cabeça do casal. A primeira atitude foi tentar localizar o dono.
“Eu achei um documento que tinha o telefone dele e o nome. Nós resolvemos ligar para ele”, contou Fernando.
“Eu sempre falo, é o meu jeito, eu fui criada assim”, disse Benedita Regina Pereira, dona de casa.
O dono da carteira trabalha como mestre de obras de uma construção perto da lavoura. Ele não quis ser identificado e conta que o dinheiro serviria para pagar os pedreiros.
A honestidade passada a diante gera ainda mais benefícios, todos ganham.
O exemplo de Dona Benedita e de Seu Fernando será contado aos filhos e netos, e provavelmente ganhará um destaque na mídia, mas será passado a diante, e outras pessoas se espelharão neles para tomar atitudes semelhantes. Não é difícil agir com honestidade, todos podem, basta haver vontade. Quem dera se existissem mais pessoas que pensassem assim, nosso País estaria ainda melhor!
Fonte: G1
sábado, 27 de junho de 2009
Política dos bons
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Quanta honra!
Obama, na coletiva de TV e internet, voltou a dar prioridade para sites como Huffington Post -e a citar o Brasil, apontando a "relação de trabalho" com Lula como "o caminho para outros países", o que foi visto como referência à Venezuela ou ao Irã.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Um julgamento, um retrocesso
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Boas notícias
Hoje, ao abrir o Internet Explorer (minha página inicial é o G1) lí a notícia: "Banco Mundial prevê que PIB do Brasil cairá menos que a média da América Latina - Economia do país deve apresentar retração de 1,1% neste ano. Na AL, projeção é de queda de 2,2%;".
A notícia baseia-se no fato de o Banco Mundial ter divulgado um relatório nesta segunda-feira (22), em Washington (EUA), em que prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil tenha queda menos acentuada que a média da economia na América Latina. Segundo a instituição, a economia brasileira deve apresentar retração de 1,1%, enquanto a região deve ter retração de 2,2%. O relatório diz que o Brasil é mais resistente aos choques externos de demanda do que muitas outras economias da América Latina, dada a fatia menor do comércio no PIB, e tem mais espaço para a promoção de políticas monetárias expansionistas.
A questão: como a população vai saber desta notícia? Será que há interesse em outros veículos da imprensa em divulgá-la?
As boas novas não páram por aí. Para o ano que vem, as projeções são ainda mais otimistas. A previsão do Banco Mundial é que a economia brasileira cresça 2,5%. Na América Latina, a alta deve ser de 2%.
Como pode ainda haver quem diga que o Brasil não está bem? Como pode haver gente por aí falando mal do nosso governo? Desculpem, mas eu sou muito otimista, e confio plenamente nas políticas públicas do Presidente Lula, um presidente que, com uma mão segura as rédias da economia, e com a outra acaricia o povo pobre e miserável com políticas sociais de distribuição de renda.
(*) com informações da Agência Estado e da AFP
